Você ouve Bem?

Você ouve Bem?

 

2,5 milhões de brasileiros tem algum grau de deficiência auditiva, segundo organização mundial de Saúde (OMS).

Os maiores vilões para a audição são as idade e o ruídos do qual somos  exposto com freqüência e nem sempre percebemos, como telefone, ruas movimentadas, buzinas e cirenes, salas de aulas barulhentas, obras e geradores portáteis de som, como MP3, Ipad e similares. Numa época dos fones de ouvido em volume máximo, esta geração “Ipad, MP3,4,5,6,…” ficarão surdos muito mais cedo que seus pais e avós. Com isso existem  profissões, como operadores de telemarketing, motoristas, garçons, trabalhadores da construção civil, mecânicos, operadores de máquinas e professores que apresentam em virtude da exposição ocupacional ao ruído, ainda mais risco para surdez.

Os cuidados com a saúde auditiva se iniciam na gestação. Passando pelo “teste da orelhinha”, e evitando exposições prolongadas aos ruídos excessivos na adolescência e juventude.

Na terceira idade, o processo de envelhecimento das células auditivas é responsável pela forma mais comum de surdez: a Presbiacusia. A deficiência auditiva do idoso, incompreendida e confundida com demência por amigos e familiares, o que pode ocasionar depressão e problemas no convívio social.

E quanto à indicação de prótese auditiva? Ela é tão aceita quanto à indicação de óculos, que nada mais são do que próteses visuais? Enquanto os óculos há muito deixaram de ser estigma de fragilidade, e hoje até dá um certo status de inteligência, os aparelhos auditivos de última geração, cada vez menores e mais discretos, seguem com a sua demanda reprimida pelo preconceito.

A surdez desumaniza o indivíduo. Não escutar, não nos priva apenas de receber informações audíveis, mas nos tira a forma mais sublime de expressão: a fala, a capacidade de comunicação verbal, que nos diferencia e personaliza como seres humanos. Ouvir bem é qualidade de vida.

Dra. Milena D. R. do Val Corsini

Audição & Vida Aparelhos Auditivos
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